OBJETIVO DO GEELMAR

Proporcionar aos pesquisadores da cibercultura e letramentos na web, profissionais da linguagem, professores da educação básica e estudantes das licenciaturas e do ensino médio, estudos e discussões sobre a importância das linguagens e códigos digitais, suas práticas multissemióticas nos ambientes escolar e social.

terça-feira, 14 de abril de 2015

BEATRIZ SARLO, TIEMPO PRESENTE

Beatriz Sarlo, “Ya nada será igual”. Punto de Vista N° 70
Neste livro Sarlo apresenta una serie de opinões sobre a cultura argentina no século XXI, indo desde a crise do consumo até as formas de horror porque passam os intelectuais argentinos diante das ocorrências contemporâneas. Vale a leitura!

EN PROTAGONISMO DE LOS CHICOS EN UNA SOCIEDADE CONECTADA: LA MIRADA CONECTIVISTA




EN PROTAGONISMO DE LOS CHICOS EN UNA SOCIEDADE CONECTADA: LA MIRADA CONECTIVISTA
Robério Pereira Barreto[1]

Sinopsis: este ensayo presente brevemente un de los puntos de vista sobre la relación de chicos con el aprendizaje en la sociedad conectada, considerando que las teorías tradicionales de aprendizaje ya no más atedien a las necesidades de ellos, en todo lo que el Conectivismo permite reconocer el protagonismo juvenil y sus competencias digitales empleada en la producción de conocimiento en red, compartiendo los saberes de forma a permitir un aprendizaje en rede dinámicas de colaboración. Presupuesto que la tubería formadora de la red tornase más significativa que los contenidos que por ella he pasado.
Palabras-claves:   Conectivismo. Aprendizaje. Chicos. Red. Conocimiento.


[1] Doctor en Educación. Profesor de la Universidad del Estado de Bahia. Campus V, Colegiado de Español.

COMUNICADO


terça-feira, 7 de abril de 2015

DUOLINGO: HERRAMIENTA DIGITAL PARA LA ENSEÑANZA DE LENGUA

DUOLINGO: HERRAMIENTA DIGITAL PARA LA ENSEÑANZA DE LENGUAS
Robério Pereira Barreto[1]
Resumen: En este trabajo hicimos un análisis inicial del uso de Duolingo como herramienta digital para enseñanza de ELE como lengua extranjera. Investimos nuestra mirada en las llamadas de apertura del aplicativo, donde están visibles las orientaciones metodológicas para el uso del aplicativo. Así nuestro objetivo mayor fue mostrar las estrategias empleadas pelos desarrolladores del aplicativo para encantar los usuarios, sobretodo, los jóvenes que tienen vivencia continua con los dispositivos móviles digitales. Para el suceso del objetivo, utilizamos como metodología los principios de la Etnografía virtual, pues fue necesario crear un perfil en la página de Duolingo, acezar y realizar las tareas propuesta por él. La interacción ocurrió con otros usuarios los cuales permitirán observaciones in locus de sus acciones en el aplicativo; los resultados de tales observaciones son presentados a seguir en el cuerpo de texto. Cumple decir que deliberadamente al final del texto presentamos una secuencia didáctica, objetivando orientar los profesores en uso de este aplicativo en sus clases de ELE.
Palabras-claves: Duolingo. Herramientas digitales, Aprendizaje de lenguas. Profesor. Alumnos.



[1] Profesor Doctor en Educación por la Universidad Federal de Bahía. Profesor del Colegiado de Letras Español – Campus V – Universidad del Estado de Bahía. 

domingo, 29 de março de 2015

Prezados,

Gostaria que acessassem este link e vissem o vídeo que trata de nosso estudo.
https://www.youtube.com/watch?v=s77NwWkVth8

segunda-feira, 23 de março de 2015

PLANO DE TRABALHO E CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DO GEELMAD

video
Prezados participantes,

Sejam bem-vindos às atividades 2015 do nosso Grupo. Espero que tenhamos encontros produtivos esse ano. Conto com a participação de todos.

quarta-feira, 11 de março de 2015

RETORNO DAS ATIVIDADES 2015

Prezados, bom dia!

Gastaria de informá-los de que a partir da segunda quinzena de abril 2015 iniciaremos os encontros de estudos e pesquisa sobre as TICs, Dispositivos móveis digitais, Teoria do Conectivismo e Webletramentos no nosso GEELMAD. Contamos com todos! Aguardem Calendário de Encontros e Atividades.
Para instigar a discussão, aí vai um texto autoral ainda em construção para que possamos ampliá-lo. fique a vontade para discutir e resenhar por aqui.

[1] A tabela abaixo foi criada a partir de informações retiradas e compiladas de obras de Don TAPSCOTT. Geração digital: a crescente e irreversível ascensão a geração net. São Paulo: Makron, 1999; Marcelo VERAS. Inovação e métodos de ensino para nativos digitais. São Paulo, Atlas, 2011, p. 6. para explicar quais são as características centrais das gerações a que pertencem os nativos digitais aqui apresentados como sujeitos da discussão.

Tradicionais
Baby-coomers
Geração X
Geração Y
Geração Z
Ano de nascimento.
Até 1950
1951-1964
1965-1983
1984-1999
A partir de 2000
Perspectiva
Prática
Otimista
Cética
Esperançosa
Imediatista
Ética profissional
Dedicados
Focados
Equilibrados
Decididos
Calculistas
Postura diante da autoridade
Respeito
Amor/ódio
Desinteresse
Cortesia
Desligados
Liderança por...
Hierarquia
Consenso
Competência
Coletivismo
Agilidade
Espírito de
Sacrifício
Automotivação
Anticompromisso
Inclusão
Volúvel

[1] Termo emprestado da obra Aparelhos ideológicos do estado, de Louis Althusser, 1999.
[1] Termo cunhado por Mark Presky, reconhecido mundialmente por seu trabalho na área de educação e ensino. É considerado um especialista mundial sobre a interação entre o jogo e a aprendizagem, publicou três livros, entre eles Nativos digitais e Imigrantes digitais, eles realmente pensam diferentemente. Tem formação acadêmica na Harvard Bussines School, também em Yale Greadaute School of arts and Sciences, Middlebury College e Oberlin.
[1] O perfil desses estudantes os caracteriza como participantes da Geração Z composta por nativos digitais, nascidos a partir do final da década de 1990, buscam todos os assuntos na web, conhecem muito de internet e tecnologias digitais. Não se imaginam sem internet, redes sociais. “Por terem nascidos com as novas tecnologias funcionando a todo vapor e criados “dentro” das redes sociais, essa geração é calculista, prática, imediatista e tem um poder de concentração menos do que das gerações passadas. (CECCHETTINI, p.6, 2011).
[1] O perfil dos estudantes ingressantes nos cursos de licenciatura tem sido cada vez mais claro. Jovens, com idade variando dos 17 a 25 anos, de classe popular com pais de formação educacional básica, renda da família variando entre 1 e 4 salários mínimos. Embora sem muitos recursos financeiros e tecnológicos, aprenderam a usar a tecnologia digital por meio de lan houses e casa de amigos. No que diz respeito ao curso a maioria não tem clareza e ou maturidade para a licenciatura a qual, prioritariamente, o formará professor.

[1] Técnica de ensino criticada por Paulo Freire em virtude de a escola desconsiderar as experiências dos estudantes, oferecendo-lhes pacotes prontos de saberes que, na maioria das vezes, são totalmente desarticuladas com a realidade social da comunidade.